Crítica – 1922 (2017)

Crítica ao filme 1922, de 2017. Escrito e realizado por Zak Hilditch. Protagonizado por Thomas Jane, Molly Parker, Dylan Schmid, Kaitlyn Bernard e Neal McDonough. Um homem simples mas orgulhoso planeia o homicídio da sua mulher para ganho financeiro. Baseado na obra de Stephen King. Um filme original Netflix, disponível para streaming na sua plataforma digital.

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Crítica – The Defenders: 1ª Temporada (2017)

Crítica à primeira temporada da série "The Defenders", de 2017. Criada por Douglas Petrie e Marco Ramirez, e protagonizada por Charlie Cox, Krysten Ritter, Mike Colter, Rosario Dawson e Sigourney Weaver. Daredevil, Luke Cage, Jessica Jones e Iron Fist unem-se para combater uma nova ameaça a Nova Iorque.

Crítica – Três Cartazes à Beira da Estrada (2017)

Crítica ao filme "Three Billboards Outside Ebbing, Missouri", de 2017. Escrito e realizado por Martin McDonagh. Protagonizado por Frances McDormand, Peter Dinklage, Woody Harrelson, Sam Rockwell e John Hawkes. Uma mãe coloca três cartazes controversos à entrada da vila onde vive, de forma a desafiar as autoridades locais a descobrirem o responsável pela morte da sua filha. Encontra-se na lista dos melhores filmes, de acordo com o IMDB. Foi nomeado para 7 Óscares da Academia, incluindo melhor filme e melhor argumento original.

Crítica – Sideways (2004)

Crítica ao filme Sideways, de 2004. Realizado por Alexander Payne e com argumento deste e de Jim Taylor. Protagonizado por Paul Giamatti, Thomas Haden Church, Virginia Madsen, Sandra Oh e Marylouise Burke. Dois homens prestes a atingir a sua crise de meia idade, sem muito para mostrar a não ser algum desapontamento pela situação em que estão, embarcam numa viajem pela zona vinícola da Califórnia, quando um deles se está prestes a casar. Baseado numa obra escrita por Rex Pickett. Vencedor de Óscar para Melhor Argumento Adaptado e nomeado em mais 4 categorias, incluindo Melhor Filme.

Crítica – Mystic River (2003)

Crítica ao filme Mystic River, de 2003. Realizado por Clint Eastwood e com argumento de Brian Helgeland. Protagonizado por Sean Penn, Tim Robbins, Kevin Bacon, Laurence Fishburne e Marcia Gay Harden. As vidas de três homens, que eram amigos de infância, são quebradas quando um deles tem uma tragédia familiar. Venceu dois Óscares, na categoria de melhor actor principal e melhor actor secundário.

Crítica – Os Tenenbaums: Uma Comédia Genial (2001)

Crítica ao filme The Royal Tenenbaums, de 2001. Realizado por Wes Anderson e com argumento deste em conjunto com Owen Wilson. Protagonizado por Gene Hackman, Owen Wilson, Ben Stiller, Bill Murray e Danny Glover. O patriarca de uma família perde a sua casa e descobre que a sua ex-mulher planeia casar-se novamente, motivando-o a querer fazer novamente parte da família. Nomeado para Óscar da Academia, na categoria de Melhor Argumento Original.

Crítica – Trilogia do Senhor dos Anéis (2001-2003)

Crítica à trilogia de Lord Of The Rings, de 2001-2003. Realizada por Peter Jackson e escrita por este em conjunto com Fran Walsh, Philippa Boyens e Stephen Sinclair. Protagonizada por Viggo Mortensen, Orlando Bloom, Sean Astin, Ian McKellen e Elijah Wood. Um Hobbit do Shire e oito companheiro embarcam numa viagem para destruir O Anel, o anel todo poderoso, e salvar a Terra-Média do Senhor do Mal, Lord Sauron. Todos os filmes da saga se encontram na lista de melhores filmes de sempre. The Fellowship of the Ring venceu quatro Óscares. The Two Towers venceu dois Óscares. O Regresso do Rei venceu 11 Óscares. Tornando-o, em conjunto com Titanic e Ben-Hur, um dos três filmes com mais vitórias na Academia. Um desses Óscares foi para melhor filme do ano.